O Desafio dos Desafios (DBMs)

foto01

Quando disse a aquela linda garota “Marque uma data com um mês de antecedência que eu a treino e você chegará a praia”, juro que não tinha a menor noção do tamanho que isso iria ficar. Estou falando d o Desafio Bicicletas ao Mar, ou DBM, apelido dado pelos próprios participantes a esse evento que só tende a crescer. Se você entrou agora no Blog e não tem a menor noção do que vem a ser o DBM, primeiro leia esse texto sobre sua história e depois volte aqui para continuar a leitura.

No dia 19 de maio de 2013, organizei o que deveria ser o pedal final do 3º DBM, viagem essa que deveria ter sido realizada no dia 24 de março de 2013, mas que não aconteceu por causa da interdição da Estrada de Manutenção da Rodovia dos Imigrantes depois de uma série de desmoronamentos que ocorreram em meados de fevereiro bloqueando por completo a estrada. Devido a esse contratempo tivemos que mudar o trajeto da descida para Ubatuba e resolvi organizar uma descida extra pela RMP quando ela fosse reaberta.

Como não tinha mais dinheiro para custear os carros de apoio e a ambulância para a descida, resolvemos criar um “Certificado de conclusão do DBM” e vendê-los por 10 reais a fim de disponibilizar uma lembrança aos ciclistas e arrecadar uma grana para custear esse apoio. Vendemos previamente cerca de 50 certificados, mesmo assim resolvi imprimir o restante dos certificados e entregá-los aos ciclistas que chegassem a Santos.

Se você pagou, mas não retirou seu certificado, fique tranquilo que irei mandá-lo pelo correio no endereço cadastrado na loja virtual. Agora se você que venceu o Desafio quiser um certificado, compre agora na loja virtual por 10 reais que eu envio pelo correio no endereço solicitado, abaixo um modelo de como ficou o Certificado.

certificado3DBM

Posso garantir que esse foi o DBM em que eu mais me estressei, por isso quero pedir desculpa a todos que tiveram que conviver com minha rabugice durante todo o DBM, tentei criar um formato que tivesse o máximo de qualidade, atingisse um número maior de ciclista e que tivesse um índice menor de desistências, mas o que eu criei foi algo muito complicado e com várias brechas para ter dores de cabeça.

Infelizmente tenho que deixar de ser bonzinho e por causa de uma minoria tomarei algumas precauções que eu considero chatas mas que me darão proteção contra pessoas má intencionadas e que só conseguem enxergar o DBM como uma mera relação de consumo. A maioria dos participantes compreendeu bem, não apenas o espírito, mas principalmente as regras do DBM e usaram muito bem as possibilidades que criamos para vencerem seus Desafios pessoais. Até para dar uma maior tranquilidade para essas pessoas, no próximo será tudo preto no branco, teremos o retorno dos brevês e o foco principal nos Desafiantes, aqueles que realmente precisam do DBM a principal razão para tanto esforço nosso.

O lado bom é que já testamos 3 fórmulas diferentes em cada DBM, foram vários testes, algumas coisas funcionaram muito bem, outras deram um trabalho imenso e não foram eficazes, mas no geral os DBMs foram úteis para a maioria dos ciclistas que se propuseram a participar. Com base nessas experiências, teremos mudanças significativas no próximo DBM que terá como principal objetivo reduzir ao máximo a quantidade de desistências e também fortalecer o espírito de grupo e solidariedade que já faz parte da nossa essência.

Algo que aprendi nesse DBM (e no segundo) é que naturalmente se formam grupos com ciclistas que andam no mesmo ritmo, mas isso não significava que todos esses ciclistas eram experientes, todos careciam de algum tipo de informação.

A sinalização também foi útil, o problema era o trabalho para sinalizar, sem falar dos  riscos de depredações, as vezes até institucionais como ocorreu em Ribeirão Pires quando a própria prefeitura da cidade arrancou nossas placas, por isso desisti de investir em sinalização nos próximos DBMs.

Vou adiantar aqui algumas mudanças que teremos, a começar pela quantidade de inscrições, serão apenas 100 ciclistas. Não teremos mais as categorias Masters e Praieiros, teremos apenas os Desafiantes e criaremos uma nova categoria, o Super Desafiante, com o objetivo de atender aquele ciclista que já tem melhor condição física e que precisa apenas aprender um pouco mais de técnica para aumentar seu desempenho no pedal, consequentemente ele terá um Desafio a altura da sua condição física.

A outra novidade é que antes de iniciarmos o Desafio, faremos uma avaliação individualizada com todos os ciclistas e com base nessa avaliação distribuiremos os ciclistas em cinco grupos mais homogêneos, sendo que os dois primeiros grupos serão os dos Super Desafiantes.

Essa divisão fará com que cada grupo possa pedalar no mesmo ritmo e dessa forma realizarmos um trabalho mais individualizado. Além disso cada grupo terá um “Tutor” que será responsável por passar os treinos que criarei ao seu grupo e esse tutor terá a ajuda de 5 guias. O mais interessante é que tanto os tutores como os guias, em sua maioria são ex-desafiantes, como já ocorreu entre com os Guias (Os vermelhinhos) do 3ºDBM, em sua maioria participantes das edições passadas. Mais uma forma de motivar os participantes a vencerem o Desafio, já que eles terão como tutores alguém que é prova viva de que com força de vontade e dedicação, qualquer um chegará lá.

Também irei estimular uma espécie de competição entre os grupos, mas não a competição de quem chega primeiro, mas sim o grupo que consegue chegar no último dia do Desafio com menor número de desistências. Já eu terei um papel mais didático do que prático, nesse formato poderei flutuar entre os grupos passando alguns ensinamentos mais específicos.

Já falei demais e vamos deixar o resto como surpresa para quando lançar de vez o próximo Desafio, algo que deve ocorrer ainda em maio. Sinceramente não sei se essa é a fórmula ideal mas garanto que sua busca será permanente. Ainda tenho o sonho de realizar um grande DBM, para mais de dois mil ciclistas e de graça. Estou trabalhando nesse projeto megalomaníaco e como todas as loucuras que já tirei do papel, acredito que essa será mais uma que fará parte da história da bicicleta em nossa cidade.

Pra finalizar um recadinho, sobraram algumas camisetas do DBM, camisetas normais e de ciclistas, as normais estou vendendo por 40 reais e as de ciclista por 60 e com frete incluso. Quem quiser comprar pode fazer isso na minha lojinha, conto com vocês para esvaziar essas caixas aqui em casa e partir logo para o próximo DBM.

André Pasqualini

Clique aqui para ver as fotos do pedal final do 3º DBM.

Reaberta as inscrições para Praieiros do 3º DBM

foto05

Encerrada a primeira fase das inscrições e infelizmente não iremos mais abrir vagas para os Ciclistas Desafiantes, pois já demos início aos treinos e é fundamental que os Desafiantes participem desde o início. Tem ainda outro detalhe, todas as 100 vagas foram preenchidas!

Ainda restam algumas camisetas da Categoria Master, indicada a ciclistas experientes que pretendem participar dos treinos que programamos aos Desafiantes. Caso seja o seu interesse, mande um email para bicicreteiro@gmail.com que eu passo as instruções. Só não dá para esperar muito, pois restam poucas camisetas (não iremos fazer mais), sendo que masculinas só temos tamanho G e GG.

Agora se você é um ciclista experiente e quer participar apenas da descida para a praia, abrimos novas vagas e ainda há tempo de garantir a sua. Mas atenção, a data limite para a inscrição nessa categoria é o dia 12 de março de 2013, ou até atingir o limite máximo de 200 vagas nessa categoria, o que atingirmos primeiro.

Vale lembrar que a descida será pela Rota Márcia Prado e clicando aqui você terá todas as informações necessárias a respeito da Rota.

Para fazer sua inscrição, preencha o formulário abaixo escolhendo uma das opções. Você receberá um email com as instruções de pagamento e só depois que o pagamento for confirmado é que sua inscrição estará garantida. Dessa vez o ciclista terá a opção de escolher entre o Kit com camiseta simples, em Dry, ou com uma camiseta de ciclista.

A retirada dos Kits será realizada direto na Ciclourbano (Vila Olímpia) dos dias 20 a 23 de março, em horário comercial.

Devido a interdição da Rota Márcia Prado por causa das fortes chuvas que cairam na Serra do Mar no mês passado, resolvemos realizar uma nova descida quando a rota for reaberta (provavelmente em Maio) e como tínhamos que finalizar o 3º DBM, resolvemos fazer a viagem do Desafio para Ubatuba. Como apenas alguns Praieiros resolveram participar desse novo trajeto, faremos a entrega dos kits desses que irão participar (e ainda não retiraram) em Taubaté, no dia 23 de março e após o dia 26 de março deixaremos os Kits daqueles que ainda não retiraram na Ciclourbano, até todos os Kits serem retirados, ou até a próxima descida. Dúvidas mandem mensagens para bicicreteiro@gmail.com.

Veja abaixo as opções de como você poderá se inscrever.

Kit Praieiro Simples R$80,00 (R$70,00 para pagamento em deposito bancário)

foto06

Esse kit vem com uma camiseta em Dry na cor branca, igual a camiseta acima, é a camiseta já entregue aos ciclistas que se inscreveram antes do evento de entrega dos Kits em 17 de fevereiro.

Kit Praieiro Ciclista R$140,00 - (120,00 para pagamento em deposito bancário)

foto04

Esse kit virá com essa camiseta de ciclista, igual da imagem acima, da cor branca, especialmente produzida para o Desafio.

Kit Praieiro Full R$170,00 (150,00 para pagamento em deposito bancário)

Já esse kit virá os dois tipos de camiseta, tanto a de ciclista como a em Dry.

Para os praieiros que já compraram o kit simples e quiserem fazer um “upgrade”, mande um email para bicicreteiro@gmail.com que farei uma condição super especial a vocês.

Já os Desafiantes e Masters que quiserem fazer uma camiseta de ciclista, mande um email direto a mim, ou me procurem nos treinos, pois em todos eles levarei mostruários com essas camisetas para vocês experimentarem.

Não deixem para última hora, pois não ultrapassarei o limite máximo de ciclistas e nem venderei novos Kits após do prazo limite de 12 de março, até porque a infraestrutura foi montada pensando num número limitado de ciclistas. Dúvidas usem o campo de comentários, lembrando que dificilmente quem deixar para última hora poderá fazer parte do nosso grupo.

Para se inscrever preencha as instruções abaixo e aguardem que vocês receberão um email com as instruções de como efetuar o pagamento e concluir sua inscrição.

INSCRIÇÕES ENCERRADAS, NÃO DEU NESSA, PORTANTO AGUARDE O PRÓXIMO DBM

Como foi o meu Desafio Bicicletas ao Mar

Ainda estou em êxtase depois de dois meses me dedicando full-time para ajudar essa galera a vencer o 2º Desafio Bicicletas ao Mar e não estou com cabeça para escrever algo bacana sobre o Desafio. Então pedi para a galera contar em 10 linhas como foi o seu Desafio e o resultado foi esse aqui.

Daisy Lee

Para mim o maior desafio nesse dia 02/09/2012 era superar aquela última subida da manutenção e consegui.

Foi emocionante ver a galera chegando à praia de bike, os que nunca tinham ido, se abraçando comemorando seus desafios vencidos.

A parte mais importante pra mim foram os treinos onde pude ver uma velocidade de evolução muito grande no meu corpo e psicologicamente também. A qualidade do meu pedal evoluiu muito e tive a oportunidade de pedalar com pessoas incríveis… Todos vocês!

Obrigada André por todo o esforço. Aprendi muito com você nesses últimos tempos!

Daisy em foto tirada pelo meu filho no treino do Solo Sagrado

Eduardo Cristiano de Brito

Só tenho que agradecer o incentivo que você e outros amigos do grupo me deram. Estava com medo de não consegui concluir os Desafios.

Eduardo no nosso treino para Sorocaba

Eli Aguero

Meu desafio começou no primeiro desafio, eu sofri demais. Cheguei ao final com um palmo de língua pra fora e decidido a voltar e chegar como eu vi alguns, cansados mas vivo. Depois de recuperado larguei o meu carro, passei a pedalar 45km todos os dias, emagreci uns 15kg, fui para Sorocaba que foi um sonho maior que o de ir ao mar, pois vivi minha infância toda em Sorocaba e chegar lá de bike foi maravilhoso. Ontem consegui descer sem ficar parando de poste em poste, não bebi toda a água de todos os bares do caminho, cheguei em Santos 2 horas mais cedo que da outra vez e inteiro. Hoje cedo me deu vontade de vir de carro trabalhar, mas não me entreguei, pois já tenho outro desafio em mente, perder mais 30kg e chegar lá sem por o pé no chão.

Eli (de verde, a direita) no nosso treino para Sorocaba

Rosene Santana

Eu realmente estava com muito medo, pensei em desistir varias vezes, pensei que não era capaz de tal Desafio. Mas, eu jamais me perdoaria por ter chego tão perto de um sonho e abandoná-lo. Ainda mais com você a frente, dando todo o apoio e sem nem mesmo me conhecer direito, ter acreditado que eu conseguiria ir até o fim. O caminho não foi fácil, porém, a chegada valeu cada pedra, cada suor e cada medo que deixei para trás. Quando eu estava quase chegando ao destino pensei em você, que estava muito atrás, dando suporte para os que tiveram dificuldade… Queria te dar um grande abraço e te fazer entender como estou agradecida por tudo. OBRIGADA ANDRE

Rosene na Estrada de Manutenção da Imigrantes em foto tirada do seu Facebook

Isa Sorrentino

O meu desafio significou a superação de muitas inseguranças, dúvidas e medos bobos. A descoberta de que posso muito mais do que imagino. Mas o que me emocionou mais em todo esse período foi contar com o incentivo de tanta gente torcendo verdadeiramente para que desse certo, para que eu não desistisse apesar de todas as (aparentes) dificuldades. Ontem encontrei cada uma dessas pessoas e me senti imensamente feliz por estar ao lado delas. Se eu for citá-las aqui vou ultrapassar as 10 linhas só nos nomes… rsrsrs

Mas vou escrever também meu depoimento completo quando tiver mais tempo. Valeu MUITO ter lutado e insistido!

Isa durante os treinos, no alto da Serra de São Roque depois de subir inteira pedalando

Giovani Da Silva Almeida

O mais legal de um desafio é dizer: CARA$%#¨$ consegui !!!

Giovani e sua homenagem a nosso amigo Luisão que se acidentou no último treino e não pode pedalar no dia do Desafio

Eloisa Casadei

O desafio me mostrou que cicloviajar é bem mais simples e divertido do que eu pensava. E que as amizades que essas viagens trazem são muito intensas, por causa dos perrengues que passamos nos caminhos e apoio que precisamos nos momentos difíceis. Descobrir essa força interna de superação foi incrível e a relação de liberdade que criei com a minha bike agora é imensa. E realmente, chegar lá e ver que toda a turma completou o Desafio trouxe um sentimento de missão cumprida maior ainda – afinal, somos um grupo e minha vitória sozinha não seria nada! Amei ter participado e vou carregar como uma experiência inesquecível!! Inclusive, viciei.

Eloisa realizando meu pedido que era ser o último a chegar na praia e ser recebido com um abraço e uma lata de cerveja

Durval Tabach

Está chegando ao fim esta jornada iniciada dois meses atrás. “O mais importante em uma cicloviagem é o caminhar e não o destino”, e você demonstrou isso na prática. Mesmo se não descêssemos até a praia, já valeu a pena. O “grande dia” agora só é grande porque será uma comemoração da liberdade de locomoção com as próprias pernas, não mais porque mete medo nas pessoas. Parabéns Bicicreteiro pelo trabalho abnegado. Fiquei impressionado com sua dedicação, seu conhecimento das ‘quebradas’ de São Paulo, e sua paciência com os novatos. Testemunhei você entregando sua bike – a mesma que já foi para o Pantanal e para a Amazônia – na mão de completos desconhecidos, só pelo gosto de vê-los fisgados pelo vício do ventinho no rosto. Testemunhei pessoas sedentárias e com medo de rua, se transformarem em ciclistas e assim se tornarem mais donos da cidade onde vivem. Só neste trabalho, você fez mais pela difusão e aceitação das bicicletas nas ruas do que um monte de manifestações cicloativistas somadas. Mas ainda não acabou! Hoje não estarei com vocês, então deixo aqui um abraço aos novos amigos, vejo vocês na alvorada de domingo. Para quem nunca foi, prepare-se para nunca mais descer a serra com os mesmos olhos.

(comentário escrito antes do Desafio que achei bem oportuno)

Durval que participou de quase todos os 17 treinos, cruzando o pontilhão de Cubatão

Fabio Nitschke Gomes

O melhor indício de que o passeio valeu a pena é terminar já pensando no próximo!

Fábio na praia, em foto roubada do Facebook dele

Renato Paz

O sonho de descer a Serra de São Paulo a Santos de bicicleta era um sonho antigo e até então abstrato. Quando conheci o grupo, esse sonho começou a tomar forma. Ontem finalmente foi concretizado e agora surgem novos sonhos. O DBM me ensinou algumas coisas: que sempre podemos mais do que pensamos que podemos, que existem muitas outras pessoas com mesmos sonhos e medos, que participar de um grupo aumenta nossas capacidades e nos abre oportunidades de conhecer e fazer novas amizades, que mais do que tudo a bicicleta é um excelente meio de confraternização. Queria agradecer e parabenizar a todos vocês por tornarem esse sonho possível e um agradecimento especial ao Bicicreteiro e seu grupo que com coragem e disposição foram responsáveis por esse momento único de conquista que vou lembrar por toda a vida.

Renato em foto também roubada, mas do Facebook do Ricardo José Minassian

Renata Finoti

Meu coração esta aberto desde o primeiro contato que fiz com essa turma, foi quando encontrei com Marcelo Nahoum na bicicletada e comentei minha vontade de descer. Ele me passou o contato e dai já me joguei. Desde no meu primeiro passeio fui incentivada, estava com grande receio de não conseguir completar o percurso e atrapalhar toda a turma, mas ai um anjo disse: – você consegue o passeio é tranquilo e me passou tanta confiança e lá fui eu.

Dai comecei a conversar com um e com outro e com outro e fluiu uma troca de energia tão gostosa que os treinos passaram-se a se tornar encontros, diversão garantida e overdoses de incentivos, não posso negar que fiquei apavorada com a 1ª. ladeira e que até precisei empurrar a bike, mas mesmo assim fiquei feliz, foi minha primeira volta fora do percurso Ibira – Villa Lobos, daí pra frente, vi que realmente havia sido contaminada pela “biketeria” e quero viver muito mais experiências como essas, pois cada uma terá sua magia e superação.

Não da pra citar nomes, mas queria deixar meu agradecimento a cada um que fez parte desde grupo tão bonito e que me ensinou que uma LADEIRA é somente uma forma de chegar ao TOPO e ver coisas BELAS… Não posso conter minha emoção neste momento, foram muitos momentos bons, de união e solidariedade. QUERO MAISSSSS !!!!!!

Renata em outra foto tirada pelo meu filho, durante o treino do Solo Sagrado

É galera, o que realmente vicia é ver uma paixão que te domina, também dominar outras pessoas. Meu maior prazer é fazer parte da conquista de vocês. Ainda irei escrever um post, por enquanto vai esse aqui, além das nossas fotos na Pagina do Bicicreteiro do Facebbok (aproveite para Curtir). Meu post vem em breve com tudo que vivi e senti, pois apesar de todos realizarem o mesmo trajeto, é bom saber que cada um tem uma versão única e original, só peço um tempo para colocar o raciocínio em ordem para que o texto seja fiel aos meus sentimentos.

André Pasqualini

Faltou o seu Desafio? Escreva aqui no campo de comentários do blog ;)

Chegou o dia do Desafio, e agora?

Esse post é para você que pretende participar do 2º Desafio Bicicletas ao Mar. Agora é hora de atenção e dos últimos ajustes para que a viagem seja maravilhosa, não apenas para você, mas para todos os ciclistas que irão chegar ao mar. Portanto peço que todos leiam com atenção esse post, seja ciclistas iniciantes, experientes, pipocas, piratas, todo mundo!

Das Inscrições

Apesar das vias serem públicas e qualquer pessoa ter o direito de circular, o trajeto passa pelo Parque da Serra do Mar, justamente em seu trecho de descida. O Parque é uma área de proteção ambiental com controle de acesso, os ciclistas precisam de autorização para passar pelo parque. Para realizar o Desafio, solicitei uma autorização onde assino por responsabilidades civis e criminais. Também sou obrigado a entregar uma lista com o nome de todos os participantes com a devida assinatura de cada um.

A lista que irei entregar é exatamente a que o sistema de inscrição do site do evento irá me disponibilizar, ou seja, quem não se inscrever no site, não terá acesso ao Parque, ao menos com o nosso grupo. Caso essa pessoa queira ir por conta, ela que peça outra autorização ao Parque. Caso você queira ir com o nosso grupo, mas não quer pagar a inscrição, você terá que preencher o formulário de inscrição no nosso site até as 21h00 do dia 31 de agosto de 2012, ou até se esgotarem o limite de 300 vagas. Após essa data não garantiremos a entrada de ninguém no parque.

Lembrando que mandamos fazer apenas 200 camisetas sendo que restam menos de 30 para serem vendidas. Se sobrarem camisetas  no dia, venderemos para os inscritos que resolverem pagar na hora, mas caso você queira garantir a sua, o melhor é pagar a inscrição e fazer o depósito. Os dados para pagamento você encontra na página de inscrição.

Do Termo de Responsabilidade

O Desafio não é uma invenção minha, posso ser a pessoa que coloca a cara a tapa, que centraliza a organização, mas basicamente, o Desafio é um evento criado por um grupo de ciclistas e todas minhas decisões é com base no que foi discutido no nosso grupo no Facebook, grupo esse que qualquer pessoa pode participar. Foi justamente lá que surgiu a ideia do Termo de Responsabilidade que nada mais é que uma adaptação desses termos que assinamos quando vamos fazer qualquer atividade de risco (trekking, escaladas e até mesmo passeios de bicicleta), raramente vejo alguém se recusar a assinar.

Pois bem, para o ciclista entrar no Parque ele terá que entregar o Termo de Responsabilidade assinado, caso ele se recuse a assinar, significa que ele não quer entrar no parque com o nosso grupo, um direito que irei respeitar, mas não irei garantir a sua entrada no parque, mesmo se ele se inscreveu e pagou. Se quiser conferir o conteúdo do Termo de Responsabilidade clique aqui. Não é necessário levar o termo impresso e assinado. Lá na saída da Ciclovia, junto com a entrega dos Brevês e dos Kits é que entregaremos esse termo. Assim você terá todo o trajeto para assinar e entregar aos ciclistas no parque.

Dos horários do evento e a entrega dos Kits

O ponto de concentração do evento é a Ciclovia da Marginal Pinheiros, no acesso junto a estação Vila Olímpia da CPTM e os horários serão os seguintes:

6h30: Início da entrega dos Kits
7h20: Encerramento da entrega dos kits e palestra sobre a viagem
7h30: Partida dos ciclistas rumo a Santos

Peço por gentileza que todos cheguem cedo, não deixem para chegar as 7h15, pois não iremos atrasar nossa saída, o cronograma será exatamente esse.

Quem ainda não retirou o Brevê, assim que chegar na ciclovia, procure nosso monitor com os Brevês e retire-o. Com o Brevê ele receberá o termo de responsabilidade e a planilha com informações do trajeto. Todos os ciclistas inscritos, pagando ou não, terão direito ao Brevê e a Planilha.

Depois de retirado o Brevê, se você pagou a inscrição, vá até o seu grupo (Iniciantes ou Experientes e retire sua camiseta). Se você já está com seu Brevê, vá direto para seu grupo retirar a camiseta.

Após a largada

Dada a largada a massa vai sair, cada um no seu ritmo. O trajeto estará sinalizado e você ainda receberá a planilha com detalhes do trajeto, portanto você poderá fazer o pedal no seu ritmo, só não pode ser mais lento que o meu, que estarei lá no fundão. Portanto se você estiver de boa, tirando fotos dos passarinhos e ver a minha aproximação, é melhor pegar a bike e partir. Todos que participaram dos treinos têm condições de percorrer o trajeto numa boa.

Ciclistas experientes que já fizeram trajetos de 100 km no asfalto, ou 50 na terra em um dia, também estão aptos a pedalar no ritmo que irei impor. Não irei impor um ritmo alucinante, pelo contrário, meu ritmo é bem lento, mas o suficiente para o ciclista percorrer a rota e chegar de dia em Santos.

Ciclistas iniciantes que não treinaram, leiam mais a frente as observações. O pessoal do apoio dará uma atenção maior aos ciclistas com camiseta por motivos óbvios, primeiro porque a maioria já se conhece por causa dos treinos, segundo, pois a camiseta é a única forma de sabermos quem está no grupo fazendo a rota. Os sem camiseta que eu acabar deixando para trás, terão que me avisar, do contrário não terei como saber se eles estão no grupo ou não.

Também não adianta sair num gás, impondo um ritmo mais forte que o do primeiro pelotão, pois os guardas do Parque estão orientados a permitirem o acesso dos ciclistas, apenas depois da chegada dos ciclistas do primeiro pelotão, até porque eles estarão levando a lista dos participantes. Essa chegada no parque deve ser entre 10 e 11 horas da manhã. Se você tinha a intenção de encontrar o pessoal no caminho, aconselho a sair mais cedo de casa, usar o Metro e a CPTM se necessário, e seguir para o ponto de partida na Vila Olímpia, pois não faremos entrega dos kits no meio do trajeto.

Ao chegar no parque, os ciclistas terão que entregar o termo de responsabilidade aos nosso monitores logo na entrada. Depois seguirão até a rotatória, onde o Gallo (que estará guiando o pelotão da frente) fará uma vistoria em cada bicicleta, com atenção especial aos freios. Ali os ciclistas terão que assinar uma lista que será entregue ao parque, você verá o seu nome e assinará a presença, simples. Essa lista ficará com o Parque, já o Termo de Responsabilidade ficará conosco.

E os ciclistas iniciantes que não participaram de nenhum treino?

Esses são uma incógnita, sempre digo que um ciclista que está acostumado a pedalar uns 50 quilômetros num domingo, na Ciclofaixa, tem condições de percorrer a rota. Os treinos não serviram apenas para condicionar os ciclistas, mas principalmente para orientarmos a melhor forma de preparar a bicicleta e técnicas de pedaladas, principalmente nas subidas. Recomendo que todos os ciclistas nessas condições leiam com atenção esse post, onde dou dicas de como preparar sua bicicleta para descer a Rota Márcia Prado.

Os que estarão sem Brevê terão uma palestra comigo antes da saída e o verdadeiro ocorrerá nos primeiros 20 quilômetros. Logo que saírem da Ciclovia, uns 2 quilômetros adiante há uma forte e curta subida. Se o ciclista subir ela inteira pedalando, podemos dizer que ele pode seguir em frente numa boa. Se ele sentir a necessidade de empurrar é bom ligar o sinal amarelo.

Antes de entrar na Belmira Marin, o ciclista já poderá escolher entre virar a direita e descer até a estação Grajaú e ser preparar para o próximo Desafio, ou seguir em frente, mas mais adiante há outra longa subida antes de entrarmos na segunda balsa. Os ciclistas que eu encontrar empurrando ali, vou aconselhá-los a voltar e treinar para o próximo.

Aliás fica a dica, não é necessário descer para empurrar em nenhum trecho da viagem, exceto em algumas subidas em terra, com pedras soltas, pois no asfalto não há essa necessidade. Se o ciclista cansou, pare, respire, tome um gole d’água e assim que o batimento cair, continue subindo. Descer e empurrar só piora a sua condição, pois você passa a usar outra série de músculos e corre sério risco de sentir câimbras.

No sábado se alimentem bem, nada de abusar do álcool e nada de inventar na culinária, comam aquilo que vocês estão acostumados a comer. Tentem dormir cedo (apesar de ser difícil com tanta pilha), mas descansem. Peça para o namorado(a) fazer uma massagem, coloquem uma música zen no quarto, vale até insenso, desde que vocês consigam relaxar.

Podem abusar dos carboidratos no sábado (mas no almoço e não na janta) e para comer durante o trajeto, façam um sanduba, comprem frutas secas, castanhas, barras, gels, pois diferente de alguns treinos, não há lugares onde a gente possa almoçar, portanto temos que levar nossa comida.

É isso pessoal, agora é esperar o domingo chegar e vencer mais um Desafio, espero que vocês pedalem com segurança e ao final a gente só tenha motivos para se alegrar com a conquista de cada um. Se cuidem e até domingo.

André Pasqualini

Penúltimo treino, rumo a Paranapiacaba

Esse foi o quarto treino para o 2º Desafio Bicicletas ao Mar onde pedalamos até a cidade de Paranapiacaba. Tá bom, não chegamos na parte turística de Paranapiacaba mas tivemos alguns guerreiros que chegaram lá. O lado bom desse treino é que conseguimos fazer com que diversos pelotões pedalassem de forma separada e sem se perder, sinal de que valeu perder um bom tempo montando as planilhas.

Cheguei na Ciclovia da Marginal Pinheiros as 7h30, me atrasei um pouco pois o pneu da minha 29er estava furado quando acordei. No dia anterior eu tirei o pneu slick aro 700 e coloquei os pneus de terra deixando minha magrela parecendo um big foot. Seriam cerca de 40 quilômetros em estrada de terra e valia a pena trocá-los.

Uma pergunta muito freqüente é sobre percorrer de speed a Rota Márcia Prado, conheço vários ciclistas que já fizeram isso, tanto é que no meio do nosso pedal surgiu o Ne e a Abia, dois speedeiros que conheço a muito tempo e que participaram da primeira descida da rota de speed. Detalhe é que choveu muito naquele dia. É possível sim, mas não é fácil, tanto é que vou pedir a eles um texto contando como é percorrer a Rota Márcia Prado de speed.

Na saída da Ciclovia distribuí umas 15 planilhas impressas, entreguei vários brevês da galera que havia se inscrito para o Desafio e partimos. A massa se separou e quando eu cheguei ao final da Ciclovia havia apenas uns 30 ciclistas, a maioria já havia seguido em frente.

Eu fui com o último grupo, percorremos as ruas do Grajaú e depois de diversas quebradas saímos na Avenida Belmira Marin, a avenida que nos levaria até a Ilha do Bororé onde cruzaríamos a represa por diversas balsas.

No quilômetro 40 chegamos na bifurcação das rotas, a direita seguiremos no dia 02 para Santos, mas a esquerda seguimos rumo a Paranapiacaba. A surpresa é que estão asfaltando esse trecho, é bom de um lado, pois a terra exige muito mais esforço do ciclista, mas todo asfalto traz mais carros, mais velocidade e mais motoristas estúpidos.

Seguimos pela Estrada do Rio Acima, bastava segui-la por completo para chegarmos em Riacho Grande, lá pedalamos até o Ponto de Encontro, nome de um restaurante na entrada da cidade, lá foi nossa parada para almoçar e encontrar um pessoal do ABC que se juntou a massa.

Almoçamos na cidade e saímos de lá as 14h40, restavam ainda quase 30 quilômetros até Rio Grande da Serra, naquela ocasião eu já havia desistido de tentar chegar em Paranapiacaba, mas a boa notícia é que o pessoal do primeiro pelotão conseguiu chegar lá, mas eles optarem em pedalar pela Índio Tibiriçá e não pela trilha.

Cruzamos a Anchieta e entramos na Rodovia Caminho do Mar, é a parte alta da Estrada Velha de Santos, se seguir em frente por ela você dará de frente com um portal do parque onde ninguém consegue passar sem autorização. Minha primeira descida para a praia foi em 1994, justamente por essa rodovia, na época não havia nada além que uma guarita e uns cones, bastava esperar o segurança dormir, passar pela cancela sem acordá-lo e descer a serra. Hoje não nos deixam descer a serra nem pagando. Aliás pagando até dá, tem uma agência, a Cicloaventureiros, que levava ciclistas para descer a serra, não sei se ainda fazem essa descida.

Voltando ao pedal, pedalamos pouco mais de 3 quilômetros e já estávamos no trevo da Rodovia Índio Tibiriçá, lá dividimos o grupo, um seguiu pela rodovia e o outro foi pela trilha. Quem foi pela rodovia iria economizar uns 10 quilômetros, mas quem foi pela trilha não economizou em emoção.

Do trevo seguimos cinco quilômetros até a entrada da trilha, são 13 quilômetros em estrada de terra, mas dessa vez sem muitos carros e com muito verde nativo, pois estávamos em área do Parque da Serra do Mar. O problema são as motos e os jipes, as motos levantam uma poeira desgraçada, são poucos os motoqueiros que reduzem a velocidade ao ver os ciclistas, o que torna o pedal um pouco perigoso. Para eles a poeira deve ser algo bom, já que estão bem protegidos com óculos, capacetes e armaduras, já para a bike é impossível pedalarmos com tanta parafernária, só nos restava virar a cabeça e esperar a poeira baixar.

Já os jipes, eu mesmo já tive um, mas depois que eu descobri o tamanho do impacto que eles causam nas matas, acabei me desfazendo dele. Não é difícil encontrar as marcas de erosões causadas pelos jipes, o detalhe é que eles são proibidos de andar por ali. Mas isso é Brasil, o país onde a polícia faz de tudo para tirar ciclistas das rodovias e vistas grossas aos carros que degradam o meio ambiente.

Bem, voltando a trilha, esses problemas acima são pequenos perto da beleza do local, aqui é uma área de Mata Atlântica dentro do Parque da Serra do Mar e essas estradas servem para a Petrobrás e as petroquímicas instaladas em Cubatão acessarem seus dutos. São poucos os carros que passam por essa pista e é bem mais cascalhada que a Rota Márcia Prado. Os estradeiros fizeram bem em ir pela Índio Tibiriçá, definitivamente até dá para percorrer de speed o trecho de terra da RMP, mas esse trecho aqui seria uma tarefa bem inglória.

Os primeiros quilômetros são tranquilos, poucas subidas e um terreno até fácil de pedalar, mas basta chegar à primeira bifurcação para aumentar as dificuldades, subidas curtas e íngremes onde a maioria dos ciclistas de pneus lisos tiveram que empurrar. Como eram trechos curtos, não exigiu tanto do pessoal. Já do alto tínhamos uma bela imagem da galera lá embaixo, encarando a trilha.

Mais adentro da trilha começam a surgir ramais, cada saída dessas levam a trilhas de maiores dificuldades, muitos são os ciclistas que vão lá para praticar o MTB e o Downhill, se você curte MTB é uma boa dica, você pode até se embrenhar nas pistas laterais, tendo cuidado de retornar para a trilha principal, não tem como se perder. Há uma difícil subida bem na metade do trajeto, eu sempre dizia para o pessoal não empurrar, mas ali não teve jeito, era difícil até mesmo subir empurrando.

Depois de 13 quilômetros, finalmente deixamos a trilha para trás e avistamos o asfalto, já por volta das 17h00. Daquele ponto estávamos a 8 quilômetros de Paranapiacaba e 4 de Rio Grande da Serra. Se optássemos por Paranapiacaba, depois teríamos que voltar até aquele ponto para seguir a estação de trem. Perguntei a massa o que eles queriam fazer e não sei por que, ninguém quis ir até Paranapiacaba. Vale lembrar que o trem regular da CPTM vai apenas até Rio Grande da Serra, o trem que vai para Paranapiacaba é o turístico que funciona aos finais de semana e é tão concorrido que é preciso comprar passagem com um mês de antecedência no mínimo.

Pedalamos um pouco e logo avistamos a cidade de Rio Grande da Serra, descemos até a estação de trem e lá embarcamos de volta para São Paulo. O limite nos trens da CPTM é de 4 bicicletas por vagão, mas abriram uma exceção e deixaram 8 bicicletas, assim a cada 15 minutos saía uma leva de ciclistas de volta para São Paulo. Na última leva, a que eu estava, abriram uma exceção e embarcamos em 12 no vagão, que venho vazio a viagem inteira, daria para deixar o último vagão só para nós e em nada impactaria na viagem.

Se fosse a alguns anos atrás, dificilmente seria possível percorrer essa rota, pois precisaríamos voltar pedalando de Paranapiacaba ou de carro. Com essa possibilidade de usarmos os trens aos finais de semana, podemos incluir mais esse belíssimo roteiro em nossos pedais dominicais.

De todos os treinos para o 2º Desafio Bicicletas ao Mar, esse foi um dos mais divertidos que participei, a galera está pedalando super bem e todos que fizeram o trajeto estão aptos para pedalar pela Rota Márcia Prado no dia 02. Mas ainda resta o último treino de domingo, o próximo pedal rumo a Sorocaba, via São Roque que promete ser bem divertido.

A saída será no mesmo local desse passeio, na ciclovia da Marginal Pinheiros, junto a estação Vila Olímpia da CPTM, as 7h30 da manhã. Quinta eu publico aqui mais detalhes dessa viagem, inclusive a planilha desse novo trajeto. Bom saber que a galera está se familiarizando com as planilhas, pois elas serão fundamentais no dia do Desafio. Até o próximo treino.

Abaixo alguns links para vocês poderem baixar, tanto a planilha do trajeto, que pode ser usada apenas com o velocímetro como base, ou os tracks para baixar no gps. Veja também mais fotos na minha página do Facebook (aproveite para curtir minha página).

Planilha da rota cicloturística de Paranapiacaba (em pdf)

Tracks para ver a rota no Google Earth e baixar no gps (.kml)

Álbum de fotos do pedal de 19 de agosto de 2012 (fotos minhas e da Thelma Yorinori, as melhores são dela, obviamente)

André Pasqualini

Próximo Desafio, destino Paranapiacaba

Chegamos ao quarto treino para o 2º Desafio Bicicletas ao Mar, estamos na reta final, aqueles que participaram dos primeiros treinos estão notando a evolução e ficando cada vez mais confiantes. No treino do próximo domingo colocaremos um pouco mais de dificuldade, incluindo estrada de terra no trajeto. A particularidade é que os primeiros 40 quilômetros do trajeto fazem parte da Rota Márcia Prado, mesmo trajeto que iremos percorrer no dia 02 de setembro.

Sairemos as 7h30 da manhã da Ciclovia da Marginal Pinheiros, no acesso da Vila Olímpia (cheguem cedo pois não teremos mais de 15 minutos de tolerância) e seguiremos por toda a Ciclovia, até sua saída na Miguel Yunes. De lá rumaremos pelo trajeto da Rota Márcia Prado, passando pela Ilha do Bororé. No quilômetro 40 saímos da rota e seguimos em direção ao Riacho Grande, onde provavelmente iremos parar para almoçar.

De Riacho Grande, passaremos por debaixo da Rodovia Anchieta e seguiremos pela Estrada Caminho do Mar, conhecida também por Estrada Velha de Santos. Entraremos , numa trilha de 13 quilômetros em estrada de terra, que nos levará a 8 quilômetros de Paranapiacaba. Dependendo do horário que sairmos da última trilha iremos até Paranapiacaba, do contrário, seguiremos direto a Rio Grande da Serra para pegarmos o trem rumo a São Paulo.

Minha sugestão é montar dois grupos, aqueles que quiserem ditar um ritmo mais forte para chegarem a tempo em Paranapiacaba, ditem seus ritmos e se guiem pela planilha, já o restante da galera vai no ritmo que eu impor. Abaixo todos os arquivos úteis para quem deseja participar do treino.

Planilha em pdf do treino de Paranapiacaba

Arquivo kml para abrir o trajeto no Google Earth

Arquivo gpx para jogar os tracks no GPS

Mapa no Bikely com o trajeto do treino

Falta pouco, os ciclistas que completarem esse treino, tanto iniciantes como experientes, já receberão  o Brevê para participar do Desafio. Todos os ciclistas que já se inscreverão, pagando ou não, poderão retirar os Brevês comigo no dia do treino. Até domingo.

André Pasqualini