A Vida em Ciclos

Livro impresso, agora ficou mais fácil de ter um.

Clique na imagem acima e vá para a Lojinha do Bicicreteiro para poder comprar uma versão impressa do livro A Vida em Ciclos. É uma versão mais simples, sem fotos, mas com certeza um livro com muitas aventuras e emoções.

O livro “A Vida em Ciclos” tem esse nome porque a minha vida (como da maioria das pessoas) foi marcada por vários ciclos e para encerrar esse último ciclo que vivi,  resolvi fazer uma viagem onde pedalei por quatro biomas brasileiros, Pantanal, Amazônia, Cerrado e Mata Atlântica. Mais detalhes sobre a viagem, acesse a página do Projeto Biomas aqui mesmo no blog.

Foram 106 dias de viagem sobre uma bicicleta e mais uns 15 meses de uma outra viagem, dessa vez na frente do computador, tentando colocar no papel todas as emoções que vivi durante essa minha curta saga.

Pretendo ainda imprimir uma versão mais trabalhada, ilustrada com fotos, mas enquanto não consigo levantar dinheiro para essa versão, fica aqui a dica, a de comprar meu livro impresso e de certa forma me ajudar nessa empreitada de imprimir um livro com fotos.

Mas como meu maior prazer não é o de vender meu livro, mas sim saber que alguém o leu e como sei que 50 reais pode pesar no bolso de muita gente, sempre manterei aqui uma versão em PDF do livro que poderá ser baixado de graça.

Clique aqui e baixe o livro inteiro em pdf

Lembrando que eu tenho um outro livro e que também o disponibilizei de graça em meu blog, livro esse que quando sobrar tempo irei reeditá-lo. Clique aqui e saiba como baixar.

André Pasqualini

11 comentários

  1. Pingback: Ajudem-me a publicar o livro A Vida em Ciclos | O Bicicreteiro

  2. Eu doei um pouquinho, mas com mais pessoas podemos fazer a diferença! Espero que dê certo seu projeto.

    Aproveitando, obrigado pelo Blog e torço para que um dia esse mundo mude para melhor e tenhamos muito mais bicicletas no Brasil.

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  8. …Oi André, tomei conhecimento de sua aventura esse mês e estou lendo todos os dias do blog. Já baixei o livro e com certeza qq quantia depositada por mim será insignificante perante as informações contidas. Experiências de vida e aos bikers adeptos ao cicloturismo e confesso que vc foi o start definitivo para eu mergulhe na fusão de algumas paixões da minha vida, pedalar e natureza. A rota dos biomas eh extremamente sugestiva. Abç…

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  11. Cara… Acabei de ler, a toque de caixa, esse seu primeiro livro digital, Sonhar (Cananéia, ah, Cananéia… Tenho lembranças importantes de lá, de meados dos anos 80, e… Bom, deixa pra lá.) E, sim, concordo, sem me furtar de dizer com toda franqueza, você deve realmente reeditá-lo, com as devidas revisões.

    Olha, me agrada muito esse tipo de relato, digamos, de origem, de como tudo começou, essas coisas. Gosto da intensidade, da força “bruta” (hormonal? rs.) deles, característico, aliás, ao próprio espírito de aventura, de desbravamento, que sempre se vê às voltas com a improvisação, não obstante todo o planejamento antecipado. Mas…

    Mas há alguns trechos, principalmente opinativos, que parecem destoar. Acrescentados anos depois, dez anos depois? Bom, não posso afirmar com certeza. De qualquer forma, as palavras de 10 anos acerca do ocorrido e pensado 10 anos atrás não costumam mesmo manter o mesmo tom, não é verdade? E isso também vale e mais ainda pra 20 anos depois, fato.

    Mas, enfim, cara… há muito tempo um relato assim não me cativava tanto assim.

    Abraço.

    Ah, deixa eu explicar um pouco como “cheguei aqui”, o que talvez ajude a explicar também o motivo de o seu livro ter me cativado:

    Após 25 anos, voltei a pedalar. Não tem duas semanas. Mas voltei (e tive que voltar) todo equipadinho. Muito coisa mudou, né? Antigamente tudo era tão simples, tão inocente… E agora… que seriedade! Mas entendo por que tem que ser assim. Entendo que a questão da mobilidade urbana está na ordem do dia, que o auge da carrocracia está num ponto de inflexão inevitável, que o cicloturismo não se resume a ser apenas mais uma jeito bacana de se fazer de turismo, e por aí vai.

    E entendo mais e melhor pois, ao lado dessa decisão pessoal que tomei (de pedalar regularmente nas madrugadas paulistanas da zona oeste, como início de “tratamento” contra minha condição sedentária de roteirista e os malditos maços de cigarro associados a ela, com pioras visíveis em momentos de crises criativas), resolvi também reconhecer o terreno de toda essa nova cultura das magrelas.

    E que terreno! O Willian Cruz do Vá de Bike, o Ciclocidade, a Bicicletada (Critical Mass) e você estão sendo referências indispensáveis. Pra não dizer das mais saudáveis, viu? rs.

    Enfim, outro abraço.

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