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Treinos do DBM para
o Pedal Anchieta 2019
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Instituto BRCiclos

O BRCiclos – Instituto de Pesquisas Ambientais e Mobilidade Sustentável é uma ONG apoiada pelo Bicicreteiro.org, criada em 2017 e que tem como missão estimular o uso da bicicleta como meio de transportes, além de realizar estudos de mobilidade e ambientais, sempre usando a bicicleta como meio para obtenção de dados.

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O BRCiclos – Instituto de Pesquisas Ambientais e Mobilidade Sustentável é uma ONG apoiada pelo Bicicreteiro.org, criada em 2017 e que tem como missão estimular o uso da bicicleta como meio de transportes, além de realizar estudos de mobilidade e ambientais, sempre usando a bicicleta como meio para obtenção de dados.

Você já ouviu alguém se referir a um ciclista mais humilde como “Bicicreteiro”, ao mesmo tempo que se auto-categorizava como “Ciclista”. Mas se você chegar aos rincões do nosso país, todo equipado e preparado, vão te dizer – “Ah, mas você é um Bicicreteiro” –  que para eles é o máximo de um elogio. Por isso adotamos esse nome para valorizar aquele ciclista mais humilde, que tanto bem faz a nossa sociedade, só pelo fato de pedalar. Assim nasceu o Bicicreteiro.

COMO SURGIU

o site bicicreteiro.org

Você já ouviu alguém se referir a um ciclista mais humilde como “Bicicreteiro”, ao mesmo tempo que se auto-categorizava como “Ciclista”. Mas se você chegar aos rincões do nosso país, todo equipado e preparado, vão te dizer – “Ah, mas você é um Bicicreteiro” –  que para eles é o máximo de um elogio. Por isso adotamos esse nome para valorizar aquele ciclista mais humilde, que tanto bem faz a nossa sociedade, só pelo fato de pedalar. Assim nasceu o Bicicreteiro.

CONHEÇA SOBRE

o site bicicreteiro.org

DESAFIO BICICLETAS AO MAR

O que é
o desafio?

Como
funciona?

História
do DBM

9° Desafio

DESAFIO BICICLETAS
AO MAR

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TIRE SUAS DÚVIDAS SOBRE O 2º PEDAL ANCHIETA

O que devo levar?
  • Água, de preferência dois litros, e um lanche leve para comer no caminho. Alimente-se e beba aos poucos pelo caminho: coma antes de sentir fome, beba antes de sentir sede.
  • Bomba, ferramentas, câmara de ar reserva e kit de remendo, mesmo que você não saiba usar (você pode pedir ajuda a alguém)
  • Protetor solar
  • Sacolas ou sacos plásticos, para suas coisas não molharem dentro da mochila caso chova, mas também para colocar (e carregar) seu lixo e não sujar a estrada e a mata
  • Dinheiro, para a passagem de volta e para comer alguma coisa em Santos
  • Documentos, carteirinha do plano de saúde, informações sobre tipo sanguíneo e telefones para ligar em caso de emergência
  • Uma troca de roupas para usar na volta (acondicionada em saco plástico, para não molhar em caso de chuva) e uma toalha pequena para se secar. Um chinelo ou sandália para descansar os pés na volta também é recomendável
  • Óculos, para não entrar poeira nos olhos
  • Luvas, para não machucar as mãos em caso de queda ou pelo próprio esforço do trajeto
  • Capa de chuva pode ser útil, principalmente para o caso de estar chovendo em Santos
Que equipamentos são necessários?
  • Capacete, além de fundamental é obrigatório
  • É muito importante levar água e caramanholas, também conhecidas como “squeeze” e “garrafinhas”. Teremos alguns pontos de abastecimento de água, mas sem a distribuição de copos ou garrafas, por isso é importante você levar a sua para abastecer nesses pontos.
  • Óculos além de te proteger do sol, te protege de detritos que podem entrar no seu olho e até causar um acidente.
  • Luvas, pois em caso de quedas, a primeira coisa que vai ao chão, na maioria das vezes são suas mãos. Ela também vai proteger de calos.
  • Aranha (corda elástica, com um gancho em cada ponta), para prender a bicicleta no bagageiro do ônibus na volta. Compre em lojas de bicicleta.
  • Bomba, ferramentas com chaves alen, câmara de ar reserva e kit de remendo, mesmo que você não saiba usar (você pode pedir ajuda a alguém).
  • Lanternas dianteira e traseira, para a volta ou caso ainda esteja na praia ao anoitecer.
  • Uma boa tranca, preferencialmente uma u-lock (tranca de aço em forma de U), para ficar tranquilo com sua bicicleta enquanto você almoça ou vai ao banheiro.
  • Recomendamos o uso de um bagageiro, porque carregar o peso apenas nas costas pode ser bastante cansativo depois de algumas dezenas de quilômetros de pedalada.
Que tipo de bicicleta eu posso usar?

O trajeto é 100% em asfalto, portanto dá para usar qualquer tipo de bicicleta. O mais importante é que ela esteja em bom estado e com os freios estejam em ordem – e de preferência que seja uma bicicleta confortável, que você esteja acostumado a utilizar.

Se você usa pneus com cravos (pneus balão ou de terra), recomendamos instalar pneus slick (pneus de asfalto), pois os cravos aumentam a superfície de contato e tornam a pedalada um pouco mais pesada, algo que faz bastante diferença em pedais longos como o Pedal Anchieta.

Os pneus não devem estar carecas, pois há possibilidade do asfalto estar molhado na serra e não queremos ninguém escorregando na descida.

Se você usa uma fixa, instale freios. O trecho de descida é longo, não é prudente confiar apenas na força das pernas.

Bicicleta elétrica pode?

Existem dois tipos de bicicletas com motores elétricos: as bicicletas de pedalada assistida (pedelec), em que o motor só é acionado quando se pedala; e os cicloelétricos (mopeds), que pela legislação brasileira (e de boa parte do mundo) são equivalentes aos ciclomotores, com regras semelhantes às das motocicletas.

As bicicletas de pedalada assistida são liberadas para trafegar como bicicletas convencionais e podem ser utilizadas na descida. Mas não recomendamos seu uso, porque a autonomia não costuma ser muito grande e você se verá sem bateria no meio do caminho, tendo que pedalar ainda um longo trecho com um equipamento pesado, que sobrecarregará sua musculatura. Portanto, dê preferência a uma bicicleta convencional nesse dia.

Quanto aos cicloelétricos (as bicicletas com acelerador), não serão permitidas na descida, pois para efeitos legais NÃO SÃO CONSIDERADAS BICICLETAS. E por atingirem velocidade considerável sem depender de esforço físico do condutor, representam um risco aos ciclistas ao redor, principalmente numa situação de aglomeração – motivo pelo qual elas têm, inclusive, circulação proibida em ciclovias e ciclofaixas.

Skates, patins, velotrol, a pé carrinho de rolemã, patinetes motorizadas. Infelizmente pra esse evento, o único veículo que será aceito são as bicicletas.

 

Que cuidados devo ter com minha bicicleta?
  • A bicicleta deve estar revisada e com freios em ordem. Sugerimos a troca das sapatas/pastilhas, mesmo que elas estejam com meia vida. Se possível leve uma pastilha reserva, mesmo se sua bicicleta for freio a disco.
  • As marchas devem estar reguladas e o sistema lubrificado.
  • Os pneus devem estar calibrados corretamente. Verifique na lateral do seu pneu o máximo e o mínimo de libras que ele suporta. Para o Pedal Anchieta, use a calibragem próxima da máxima. Um pneu murcho torna a pedalada mais pesada e pode resultar em câmara furada.
  • Se você usa pneus com cravos (pneus balão ou de terra), recomendamos instalar pneus slick (pneus de asfalto) ou semi-slick (com cravos apenas nas laterais), pois os cravos aumentam a superfície de contato e tornam a pedalada um pouco mais pesada – o suficiente para fazer diferença depois de dezenas de quilômetros.
  • Os pneus não devem estar carecas, pois há possibilidade do asfalto estar molhado na serra e não queremos ninguém escorregando na descida.
  • Para colocar a bike no bagageiro do ônibus, você precisará baixar o selim e remover a roda dianteira (soltando o freio e o parafuso do eixo). Se sua bicicleta não tiver blocagem (quick-release), leve a ferramenta necessária para retirar a roda, senão você não conseguirá colocá-la no ônibus.
  • Se sua bike tem freios a disco, leve um pedaço de papelão para colocar entre as pinças no momento em que remover a roda para colocar a bike no ônibus. Se as pinças se tocarem, elas poderão “colar” e você terá problemas para soltá-las depois, correndo o risco de danificá-las nesse processo.
Onde é a largada?

O Pedal Anchieta 2019 começa no pórtico de largada que estará no km 12,6 Rodovia Anchieta, sendo que ela estará reservada aos ciclistas desde o km 10. A estação do Metro mais próxima é a Estação Sacomã, a cerca de 2 km do ponto de partida.

Posso entrar no km 22, em São Bernardo do Campo?

Sim!

Para os ciclistas que estiverem ao longo da Rodovia Anchieta ou na região do ABCDMRR (Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra), haverá um acesso oficial ao evento no km 22 da Rodovia Anchieta, em São Bernardo do Campo. Dessa forma, os ciclistas poderão acessar a pista central sem precisar retornar pedalando até o km 10.

Porem o acesso é bem estreito, você tem que empurrar sua bicicleta em uma rampa sob o viaduto e entrar, no máximo, de dois em dois na rodovia. No ano passado, alguns ciclistas levaram até duas horas só para acessar a rodovia.

A sugestão da organização é que você pedale até o pórtico principal. Teremos dezenas de Guias voluntários da região do ABC e eles se reunirão em diferentes pontos para escoltá-los até o quilômetro 10 da Rodovia Anchieta. Divulgaremos aqui no site os horários e locais desses pontos de encontro.

EM HIPÓTESE ALGUMA pedale pela Rodovia Anchieta até o quilômetro 10 ou muito menos tente atravessar a rodovia. A pista exclusiva para os ciclistas é no canteiro central e as marginais terão carros circulando em velocidades altissimas. Não se coloque em risco ou muito menos induza outros a risco.

Qual a distância total? Será que eu aguento?

Do km 10 até o 65, na entrada da cidade de Santos, a distância é de 65 quilômetros. Caso você saia pedalando do Metro Sacomã e siga até a Praia no Canal 1, você percorrerá por volta de 74 quilômetros. A primeira metade do trajeto é de aclives e declives longos e suaves, já a segunda metade é de descida e plano. Ou seja, um ciclista que consegue percorrer 40 quilômetros numa pedalada dá conta de realizar essa viagem.

DICA DA ORGANIZAÇÃO: Durante o mês de novembro, todos os domingos organizaremos pedais para vocês treinarem. Veja aqui no site e nas nossas redes sociais onde serão os treinos e se prepare para percorrer o trajeto sem maiores dificuldades.

 

A inscrição é obrigatória? Quanto custa?

Sim, obrigatória mas GRATUITA. A inscrição é importante para que a organização do evento possa saber de fato quantos ciclistas estarão presentes nesse dia e de onde eles vêm, para preparar a logística e estrutura de apoio.

Além disso, quem não estiver inscrito encontrará dificuldades desnecessárias, pois em alguns momentos irão ocorrer triagens separando os inscritos dos não inscritos, que só poderão descer a serra depois que todos os inscritos passarem. Portanto é desnecessário passar por esse transtorno, ainda mais porque a inscrição é gratuita. Se inscreva e nos ajude a proporcionar um evento maravilhoso para você.

Qual meu número de inscrição? Vou receber uma placa?

Você terá um número de inscrição e uma placa, ela deverá ser retirada na semana que antecede o evento. Para isso você precisará apresentar um código QR que está na página da Sua Inscrição.

Para saber mais detalhes de como será a entrega dos kits, clique aqui.

 

Como voltar? Vai ter ônibus pra todo mundo?

O retorno da baixada santista é por conta de cada participante e nossa sugestão é que os ciclistas retornem de ônibus rodoviários. Para essa edição, as empresas que operam na Rodoviária de Santos montaram um site só para vender as passagens para os participantes do evento.

Outra mudança importante, OS CICLISTAS NÃO PODERÃO EMBARCAR NA RODOVIÁRIA. Mas para isso haverão dois bolsões para realizarmos o embarque, um no Valongo (ao lado do Museu Rei Pelé, há poucos metros da Rodoviária) e outro na Praia José Menino, próximo do Canal 1. Por isso é importante que você compre a passagem com antecedência. Mesmo se você não conseguir embarcar no horário determinado, haverá a possibilidade de você trocar por outro horário.

Para facilitar a vida de vocês, fizemos uma parceria com a ClickBus e você poderá comprar passagem com antecedência, facilitando a logística das empresas para atendermos todo mundo. Clique aqui e veja como garantir logo sua passagem.

Posso voltar pedalando?

Infelizmente não haverá como retornar pedalando, qualquer tentativa de retorno será impedida, até porque a estrada de manutenção terá tráfego de veículos da organização do evento, por isso não será permitido o acesso de ciclistas nesse dia.

Será que o Metrô vai dar conta?

Vai sim, no ano passado, graças as informações que vocês passaram no ato da inscrição, tanto o Metrô quanto a CPTM conseguiram montar um excelente plano que atendeu a todos os ciclistas. Por isso é de vital importancia que você preencha adequadamente o formulário da inscrição, isso só ajudará a proporcionar o melhor evento possível para vocês.